Assine para continuar lendo
Assine para acessar o restante do post e outros conteúdos exclusivos para assinantes.

Assine para acessar o restante do post e outros conteúdos exclusivos para assinantes.
Assine para acessar o restante do post e outros conteúdos exclusivos para assinantes.
Se você começou a trabalhar ou teve algum parente que trabalhou antes de 1988, pode ter direito ao ressarcimento de valores. Isso porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou um caso que ficou conhecido como Tema 1150.
Para ajudá-lo a pleitear a devolução desses valores junto ao Banco do Brasil, em razão da má administração das contas do fundo PIS/PASEP — como saques indevidos, desfalques e a não aplicação dos rendimentos —, criamos um eBook, com um verdadeiro passo a passo para que você possa solicitar a restituição desses valores.⬇️

Há casos em que o beneficiário já obteve o recebimento de valores superiores a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por meio dessa ação, conforme demonstrado pela prova apresentada a seguir.

No eBook, apresentamos, de forma detalhada, o passo a passo para pleitear o ressarcimento dos valores por meio de ação judicial ajuizada em face do Banco do Brasil.
Diante da consolidação da jurisprudência que reconhece o direito dos servidores públicos ao saque integral do PASEP, abre-se um cenário altamente promissor para a atuação estratégica de advogados. Trata-se de uma oportunidade concreta de patrocinar demandas com elevado índice de êxito e expressivo retorno financeiro, uma vez que os valores passíveis de recuperação podem atingir até R$ 100.000,00 por cliente, conforme ilustrado no exemplo abaixo.

eBook: Passo a passo para a restituição de valores do PASEP (Tema 1150 do STJ)
Ao adquirir este eBook, você receberá como bônus exclusivo o acesso imediato aos nossos modelos profissionais de petições editáveis, em formato Word, cuidadosamente elaborados para otimizar sua atuação jurídica.
Todo o material será liberado imediatamente após a compra, por meio do Google Drive, permitindo que você comece a utilizar o material sem qualquer espera.
👉 Garanta agora seu eBook e comece hoje mesmo a buscar a restituição dos valores do PASEP. Clique em “Comprar” e tenha acesso imediato ao material completo!
***
Análise do Edital Nº 02/2025 para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Estadual, Área de Gestão Tributária – SEFAZ/SP. A seguir, apresentamos a análise detalhada e o cronograma de estudo focado para maximizar suas chances de aprovação.
Um cronograma diário PERSONALIZADO para Gestão Tributária – AFRE/SEFAZ-SP, já considerando:
✔ Data da prova: 28/02 e 01/03/2026
✔ Banca: FCC
✔ Exigência mínima: 50% em cada prova + 60% no total
✔ Foco principal: PROVA 3 (Específicos)
📌 Vou acreditar que você pode estudar ~4 horas por dia, 6 dias por semana.
Se quiser outro ritmo (3h, 5h, etc.), eu ajusto para você.
Dividiremos em 3 fases:
Objetivo: entender tudo — sem decorar
Objetivo: aprofundar + resolver questões FCC
Objetivo: revisar + treinar prova real
2h — Direito Tributário Avançado
2h — Legislação Tributária SP (ICMS / IBS)
2h — Processo Administrativo Tributário Paulista (PAT-SP)
1h — Contabilidade Geral
1h — Economia
2h — Tributário (revisão + questões FCC)
1h — Português
1h — Matemática Financeira / Estatística
2h — Legislação SP (casos práticos)
1h — Direito Constitucional
1h — Direito Administrativo
2h — Simulado parcial (FCC)
1h — Revisão dos erros
1h — Revisão de resumos
2h — Tributário / ICMS / IBS (nível avançado)
2h — Contabilidade + Economia
☑ descanso ativo
(leitura leve / legislação / descanso real)
Tributário + Legislação + PAT-SP
Constitucional
Administrativo
Contabilidade
Economia
Português
Matemática
Estatística
🎯 Construir base
👉 meta: aprender com calma
mas com foco em:
✔ leitura da lei seca
✔ doutrina resumida
✔ mapas mentais
✔ poucas questões
📌 Todo sábado
🎯 Entrar no modo concurso
Aumente:
✅ questões FCC
✅ revisão
✅ jurisprudência tributária
✅ casos práticos ICMS
📌 Regra do professor:
70% do tempo → ESPECÍFICOS
Inclua:
📝 2 simulados por semana (sexta e sábado)
corrigindo com calma
🎯 Simular a prova real
Ritmo:
✔ 50% tempo — resolução FCC
✔ 30% — revisão
✔ 20% — leitura de lei
📌 Faça:
✅ simulado cronometrado
✅ revisões em ciclo
✅ leitura ativa de legislação SP
✔ 24 horas
✔ 7 dias
✔ 30 dias
Sempre com:
📌 Tributarista aprovado segue estas 5 regras:
1️⃣ nunca abandona Português
2️⃣ resolve questões todos os dias
3️⃣ revisa sempre
4️⃣ não acumula dúvida
5️⃣ simula com tempo real
| Horário | Atividade |
|---|---|
| 19:00–20:00 | Tributário |
| 20:00–21:00 | ICMS / IBS |
| 21:00–21:30 | Questões |
| 21:30–22:00 | Revisão |
✔ simples
✔ sustentável
✔ aprovado usa
🔥 reduza carga teórica
🔥 foque em revisão e questões
🔥 leia legislação seca
📌 dormir bem = aumenta desempenho


***
O texto original destaca um princípio fundamental do Direito Tributário: o princípio da capacidade contributiva.
Ao contrário dos impostos, a natureza jurídica das taxas é diferente.
Para o seu estudo, é fundamental entender a natureza e os limites de dois importantes tributos: as Taxas e as Contribuições de Melhoria.
As Taxas possuem natureza retributiva, ou seja, elas visam remunerar (retribuir) o Estado por um serviço específico. Elas são cobradas em razão de:
Ponto-chave: A cobrança de uma taxa pressupõe uma contraprestação estatal imediata (o serviço ou a fiscalização).
As Contribuições de Melhoria são um tributo instituído para fazer face ao custo de obras públicas que resultem em valorização imobiliária para o contribuinte.
Diferentemente das taxas, as Contribuições de Melhoria detêm limites bem definidos que garantem sua proporcionalidade, evitando o enriquecimento ilícito tanto do cidadão quanto do Estado.
O Código Tributário Nacional (CTN), em seu Art. 81, estabelece esses limites:
| Tipo de Limite | Descrição |
| Limite Global | A despesa total realizada com a obra pública. A arrecadação da contribuição não pode superar o custo total da obra. |
| Limite Individual | O acréscimo de valor (valorização) que a obra resultar para cada imóvel beneficiado. O valor cobrado de um único proprietário não pode ser superior ao quanto seu imóvel foi valorizado. |
✅ACERVO DE MODELOS DE PEÇAS JURÍDICAS (PETIÇÕES) [ICMS e PASEP]👉🏻 https://go.hotmart.com/D101221291H
Este é o ponto de partida fundamental da Microeconomia. O mercado é o mecanismo onde compradores (demanda) e vendedores (oferta) interagem para determinar os preços e as quantidades transacionadas de um bem ou serviço.
A curva de demanda representa a relação entre o preço de um bem e a quantidade que os consumidores desejam e podem comprar.
A curva de oferta representa a relação entre o preço de um bem e a quantidade que os produtores desejam e podem vender.
O equilíbrio de mercado ocorre no ponto onde a quantidade demandada pelos consumidores é exatamente igual à quantidade ofertada pelos produtores.
Se o preço do mercado não estiver no nível de equilíbrio, ocorrem desequilíbrios:
A Estática Comparativa é a ferramenta que os economistas usam para analisar como as mudanças nas condições de mercado (que não são o preço) afetam o preço e a quantidade de equilíbrio. Envolve comparar o “antigo” equilíbrio com o “novo” equilíbrio após a mudança.
A curva de demanda se desloca quando fatores que não são o preço do próprio bem mudam.
| Fator de Mudança | Exemplo | Efeito na Curva D | Efeito no Equilíbrio |
| Renda dos Consumidores | Aumento da renda (para bens normais). | Desloca para a direita (mais demanda) | $P_e$ Aumenta, $Q_e$ Aumenta |
| Preferências | Uma dieta se torna mais popular. | Desloca para a direita | $P_e$ Aumenta, $Q_e$ Aumenta |
| Preço de Bens Substitutos | O preço do café aumenta (para quem compra chá). | Desloca para a direita | $P_e$ Aumenta, $Q_e$ Aumenta |
| Preço de Bens Complementares | O preço do leite diminui (para quem compra café). | Desloca para a direita | $P_e$ Aumenta, $Q_e$ Aumenta |
A curva de oferta se desloca quando fatores que afetam os custos de produção ou a capacidade de venda mudam.
| Fator de Mudança | Exemplo | Efeito na Curva O | Efeito no Equilíbrio |
| Custos de Produção | O preço da matéria-prima (input) diminui. | Desloca para a direita (mais oferta) | $P_e$ Diminui, $Q_e$ Aumenta |
| Tecnologia | Uma nova máquina torna a produção mais eficiente. | Desloca para a direita | $P_e$ Diminui, $Q_e$ Aumenta |
| Expectativas dos Produtores | Espera-se que o preço caia no futuro. | Desloca para a direita (vender agora) | $P_e$ Diminui, $Q_e$ Aumenta |
| Número de Vendedores | Mais empresas entram no mercado. | Desloca para a direita | $P_e$ Diminui, $Q_e$ Aumenta |
A alocação eficiente, ou Eficiência de Pareto, refere-se a uma situação em que os recursos da economia são utilizados da melhor forma possível, maximizando o bem-estar social.
Em um mercado competitivo, o equilíbrio é considerado eficiente porque maximiza o bem-estar social, que é medido pela soma de:
É o benefício total que os consumidores recebem ao comprar um bem.
É o benefício total que os produtores recebem ao vender um bem.
O ponto de equilíbrio ($P_e$, $Q_e$) é eficiente porque, nessa quantidade:
Excelente! Vamos avançar para o bloco focado no comportamento do consumidor.
A teoria da escolha do consumidor examina como os indivíduos tomam decisões sobre o que comprar, considerando suas limitações financeiras (restrição orçamentária) e seus desejos (preferências e utilidade).
A restrição orçamentária define o limite de gastos que um consumidor pode ter. Ela mostra todas as combinações de bens e serviços que o consumidor pode comprar, dado seu nível de renda e os preços desses bens.
As preferências descrevem o que o consumidor deseja. Assumimos que as preferências são:
A utilidade é a satisfação ou felicidade que o consumidor deriva do consumo de um bem ou serviço. É uma medida abstrata de bem-estar.
A curva de indiferença representa todas as combinações de dois bens que fornecem ao consumidor o mesmo nível de utilidade (satisfação).
O consumidor idealmente escolhe o cesto de bens que:
Essa condição é satisfeita no ponto em que a curva de indiferença é tangente (toca) à reta orçamentária. Nesse ponto, a inclinação da curva de indiferença é igual à inclinação da reta orçamentária:
$$TMS = \frac{UMg_X}{UMg_Y} = \frac{P_X}{P_Y}$$
Ótimo! Iremos agora analisar como a intervenção governamental, por meio de impostos e subsídios, afeta a Restrição Orçamentária do consumidor e, consequentemente, sua Escolha Ótima.
Tanto impostos quanto subsídios alteram os preços que os consumidores enfrentam, causando um giro ou um deslocamento na sua reta orçamentária, forçando-os a alcançar uma nova escolha de maximização da utilidade.
Um imposto sobre um bem (um imposto ad valorem, como o ICMS, ou um imposto específico, por unidade) aumenta o preço efetivo que o consumidor paga por ele.
Suponha que um imposto ($t$) seja imposto sobre o bem $X$. O novo preço efetivo do bem $X$ torna-se $P_X + t$.
Um subsídio sobre um bem reduz o preço efetivo que o consumidor paga por ele.
Suponha que um subsídio ($s$) seja fornecido para o bem $X$. O novo preço efetivo do bem $X$ torna-se $P_X – s$.
Com certeza! A compreensão das Elasticidades é vital, pois elas medem o grau de sensibilidade de uma variável em relação a outra, permitindo prever a reação dos agentes econômicos a mudanças de preço ou renda.
Elasticidade é uma medida adimensional (sem unidades) de como a quantidade demandada ou ofertada responde a uma mudança em um de seus determinantes.
Mede a sensibilidade da quantidade demandada de um bem em relação à variação de seu próprio preço.
| Valor de $|E_{PD}|$ | Classificação | Significado |
| :— | :— | :— |
| $|E_{PD}| > 1$ | Elástica | A $Q_D$ varia proporcionalmente mais que o preço. |
| $|E_{PD}| < 1$ | Inelástica | A $Q_D$ varia proporcionalmente menos que o preço. |
| $|E_{PD}| = 1$ | Unitária | A $Q_D$ varia na mesma proporção que o preço. |
| $|E_{PD}| = \infty$ | Perfeitamente Elástica | O consumidor só compra a um único preço. |
| $|E_{PD}| = 0$ | Perfeitamente Inelástica | A $Q_D$ não muda, independentemente do preço. |
Importância: É crucial para as empresas decidirem sobre os preços. Se a demanda for elástica, uma redução de preço aumenta a Receita Total. Se for inelástica, um aumento de preço aumenta a Receita Total.
Mede a sensibilidade da quantidade demandada de um bem em relação à variação da renda do consumidor.
| Valor de ERD | Classificação do Bem | Significado |
| $E_{RD} > 0$ | Bem Normal | O consumo aumenta com o aumento da renda. |
| $E_{RD} < 0$ | Bem Inferior | O consumo diminui com o aumento da renda. |
| $0 < E_{RD} < 1$ | Bem Normal (Necessidade) | O consumo cresce menos que a renda. |
| $E_{RD} > 1$ | Bem de Luxo | O consumo cresce mais que a renda. |
Mede a sensibilidade da quantidade demandada do bem X em relação à variação do preço do bem Y.
| Valor de EPC | Relação entre os Bens | Significado |
| $E_{PC} > 0$ | Substitutos | O aumento do $P_Y$ aumenta a $Q_{D_X}$ (Ex: Coca-Cola e Pepsi). |
| $E_{PC} < 0$ | Complementares | O aumento do $P_Y$ diminui a $Q_{D_X}$ (Ex: Carro e Gasolina). |
| $E_{PC} = 0$ | Independentes | A variação do $P_Y$ não afeta a $Q_{D_X}$. |
Ótimo. Vamos detalhar as classificações de bens que são diretamente determinadas pelas elasticidades que acabamos de discutir, especialmente a Elasticidade-Renda e a Elasticidade-Preço Cruzada.
A classificação dos bens é essencial para entender como o comportamento do consumidor e as relações entre produtos impactam o mercado.
Esta classificação baseia-se em como o consumo do bem muda quando a renda do consumidor se altera.
| Tipo de Bem | Elasticidade-Renda (ERD) | Definição e Exemplo |
| Bens Normais | $E_{RD} > 0$ | O consumo aumenta quando a renda aumenta. A maioria dos bens se encaixa nesta categoria. |
| Bens Inferiores | $E_{RD} < 0$ | O consumo diminui quando a renda aumenta. O consumidor os substitui por alternativas de melhor qualidade (Ex: Transporte público vs. Carro próprio). |
| Bens de Luxo | $E_{RD} > 1$ | É um subconjunto dos Bens Normais, onde o consumo cresce mais que proporcionalmente ao aumento da renda (Ex: Joias, carros esportivos). |
Esta classificação baseia-se em como o consumo de um bem muda quando o preço de outro bem se altera.
| Tipo de Bem | Elasticidade-Preço Cruzada (EPC) | Definição e Exemplo |
| Bens Complementares | $E_{PC} < 0$ | São bens que são consumidos em conjunto. Se o preço de um aumenta, a demanda do outro cai (Ex: Pão e Manteiga, Café e Açúcar). |
| Bens Substitutos | $E_{PC} > 0$ | São bens que podem ser usados alternadamente para satisfazer a mesma necessidade. Se o preço de um aumenta, a demanda do outro sobe (Ex: Coca-Cola e Pepsi, Manteiga e Margarina). |
A próxima seção do seu material volta a focar no bem-estar econômico, expandindo a discussão sobre os excedentes que já iniciamos.
Relembrando o conceito fundamental: o Excedente é a medida de benefício que compradores e vendedores recebem ao participar do mercado.
O Excedente Total (EC + EP) é a medida de bem-estar social total em um mercado.
Cobrimos os seguintes tópicos fundamentais da Microeconomia:
Quando você estiver pronto para avançar, o próximo grande tópico em sua lista é a Teoria da Produção e da Empresa, que inclui:
***
Os cargos disponíveis no concurso público para provimento de cargos de Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) são:
Os pré-requisitos para os cargos de Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) são:
Esses requisitos devem ser atendidos para que o candidato possa tomar posse no cargo, caso seja aprovado no concurso.
As provas objetivas do concurso para Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) serão realizadas em três etapas, com questões de múltipla escolha (cinco alternativas por questão). A estrutura das provas é a seguinte:
Para ser habilitado nas provas objetivas, o candidato deve:
Os candidatos que não atenderem a esses critérios serão eliminados do concurso.
Os critérios de eliminação nas provas objetivas do concurso para Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) são os seguintes:
Qual é o conteúdo programático?
O conteúdo programático do concurso para Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) está dividido em três provas: Conhecimentos Gerais, Conhecimentos Básicos e Conhecimentos Específicos. A seguir, detalho os tópicos de cada prova:
Áreas de Gestão Tributária e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC):
Áreas de Gestão Tributária e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC):
O período de inscrição para o concurso público de Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) será de 03 de dezembro de 2025 até 09 de janeiro de 2026, exclusivamente via internet, no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).
O valor da inscrição é de R$ 170,00, e o pagamento deverá ser realizado até o dia 12 de janeiro de 2026, dentro do horário bancário.
***
Nossa aula de hoje será rápida e cirúrgica, focada nos tópicos de maior incidência e relevância para a sua prova objetiva e, principalmente, discursiva.
O conteúdo programático para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Estadual – Área Gestão Tributária – em Contabilidade de Custos exige o domínio dos métodos, da análise Custo-Volume-Lucro e dos sistemas de produção.
Tema: Métodos de Custeio e Análise Custo-Volume-Lucro (C-V-L)
Foco: Aplicabilidade fiscal e gerencial para o Auditor Fiscal.
Antes de aplicar qualquer método, você deve dominar a classificação. Para fins de prova, a distinção mais importante é a dualidade comportamental:
| Classificação | Definição | Relevância para o AFRE |
| Custo Direto | Alocado diretamente ao produto (ex: Matéria-Prima, Mão de Obra Direta). | Facilmente rastreável, pouco espaço para manipulação fiscal. |
| Custo Indireto (CIF) | Necessitam de critérios de rateio (ex: Aluguel da Fábrica, Depreciação). | Ponto de atenção para a Fiscalização. O rateio é a alma do Custeio por Absorção. |
| Custo Variável | Varia em função do volume de produção/vendas. | Base para o cálculo da Margem de Contribuição e Ponto de Equilíbrio. Crucial para a Análise C-V-L. |
| Custo Fixo | Não varia com o volume de produção/vendas (dentro do intervalo relevante). | Determinante para o cálculo dos Pontos de Equilíbrio. |
O edital exige o domínio dos métodos por Absorção, Variável e ABC.
É o método OBRIGATÓRIO no Brasil para fins de Balanço Patrimonial e apuração do Lucro Real para o Imposto de Renda.
Tópico de Ouro: Departamentalização e Rateio
O rateio dos CIF é o maior desafio e ponto de questionamento em prova. A técnica da Departamentalização (), onde os Custos dos Departamentos de Serviços (ex: Manutenção, Administração da Fábrica) são rateados para os Departamentos de Produção, é uma exigência clara do seu edital. Você deve saber o fluxo: Custos Indiretos $\rightarrow$ Departamentos de Serviço $\rightarrow$ Departamentos de Produção $\rightarrow$ Produtos.
Método gerencial, estritamente proibido para fins fiscais e contábeis externos no Brasil.
Método de custeio gerencial focado em melhorar o rateio dos Custos Indiretos.
Este módulo é de cobrança obrigatória, pois avalia sua capacidade de entender a estrutura de custos de uma empresa.
A base da análise C-V-L. É o valor que sobra da venda de um produto/serviço para cobrir os Custos Fixos e gerar Lucro.
$$\text{Margem de Contribuição (MC)} = \text{Receita de Venda} – (\text{Custos Variáveis} + \text{Despesas Variáveis})$$
O ponto em que a Receita Total é igual ao Custo Total, resultando em Lucro Zero. O edital exige os três tipos de PE:
| Tipo de Ponto de Equilíbrio | Fórmula | O que Significa |
| Ponto de Equilíbrio Contábil (PEc) | $$\text{PEc (em R\$)} = \frac{\text{Custos Fixos Totais}}{\text{Índice da Margem de Contribuição}}$$ | Nível de atividade para que o Lucro Contábil seja zero. (Mais comum em provas) |
| Ponto de Equilíbrio Financeiro (PEf) | $$\text{PEf (em R\$)} = \frac{\text{Custos Fixos Totais} – \text{Despesas Não-Caixa}}{\text{Índice da Margem de Contribuição}}$$ | Nível de atividade para que o Fluxo de Caixa seja zero. (Desconsidera Depreciação/Amortização). |
| Ponto de Equilíbrio Econômico (PEe) | $$\text{PEe (em R\$)} = \frac{\text{Custos Fixos Totais} + \text{Lucro Mínimo Desejado}}{\text{Índice da Margem de Contribuição}}$$ | Nível de atividade para cobrir os custos e o custo de oportunidade (Lucro Mínimo). |
Conclusão e Dica Final:
Dominar Contabilidade de Custos para o Fisco é dominar o Custeio por Absorção e sua aplicação no cálculo do CPV/CSP e do estoque, pois é a regra fiscal. No entanto, não negligencie a Análise C-V-L (Ponto de Equilíbrio), pois ela testa sua compreensão sobre a estrutura de custos, o que é essencial para o raciocínio em questões discursivas de auditoria fiscal.
Para complementar seus estudos, você pode assistir ao vídeo Como estudar Contabilidade Geral, Avançada e de Custos?. Este vídeo do YouTube oferece uma análise sobre como abordar o estudo da Contabilidade de Custos, entre outras disciplinas, para o concurso da SEFAZ/SP.
***
A seguir, apresento um guia completo e estratégico, com base direta no edital SEFAZ/SP.
As provas objetivas serão aplicadas assim:
⚠️ Importante: P2 e P3 serão no mesmo dia — exigem preparo físico e mental.
O edital distribui o conteúdo em 15 matérias, divididas entre as três provas.
O total ponderado é de 340 pontos:
💥 Só a P3 representa 47,06% da nota final!
| Matéria | Questões | Peso | Pontos | % da nota total |
|---|---|---|---|---|
| Direito Tributário Avançado (P3) | 25 | 2 | 50 | 14,7% |
| Legislação Tributária Avançada (P3) | 25 | 2 | 50 | 14,7% |
| Língua Portuguesa (P1) | 30 | 1 | 30 | 8,8% |
| Bloco de Direitos (P2) | 25 | 1 | 25 | 7,35% |
| Contabilidade Avançada (P3) | 10 | 2 | 20 | 5,9% |
| Fluência de Dados (P3) | 10 | 2 | 20 | 5,9% |
| Direito Trib., Leg. Trib., Contab. Geral (P2 – cada) | 15 | 1 | 15 | 4,4% |
✔ Direito Tributário Avançado
✔ Legislação Tributária Avançada
Somam 29,4% da nota total!
✔ Direito Tributário (P2)
✔ Legislação Tributária (P2)
✔ Contabilidade Geral
São a base para ir bem na P3.
✔ Língua Portuguesa (30 questões!)
✔ Bloco de Direitos (25 questões)
Você precisa:
✔ 50% em cada prova (P1, P2 e P3)
✔ 60% do total ponderado geral
Ou seja — não dá para “zerar” P1 ou P2.
Vou considerar que hoje estamos antes de fevereiro de 2026.
Organizaremos o estudo em duas fases.
✔ garantir 50%+ em P1
✔ construir base de P2
✔ iniciar P3
| Dia | Manhã/Tarde | Noite |
|---|---|---|
| Seg | Direito Tributário | Português |
| Ter | Legislação Tributária | Constitucional |
| Qua | Contabilidade Geral | Administração/Economia |
| Qui | Direito Tributário | Português |
| Sex | Bloco de Direitos | Revisão |
| Sáb | Simulados P1 | Revisão |
| Dom | Descanso ativo | Leitura leve |
👉 Uma vez por mês iniciar:
FOCO TOTAL NO PESO 2
📌 Prioridade diária
📌 Alternar
📌 Manutenção leve
Foque em questões e revisões direcionadas.
✔ Revisão em 24h
✔ Revisão em 7 dias
✔ Revisão mensal
✔ Simulados semanais na reta final
Você está prestando um concurso altamente técnico e estratégico.
Estude com constância — sem picos, sem interrupções longas.
E lembre:
Quem domina Direito e Legislação Tributária fica muito à frente do pelotão.
👉 15 disciplinas
👉 P3 = 47,06% da nota total
🥇 Direito Tributário Avançado
🥇 Legislação Tributária Avançada
🥈 Bases tributárias e contábeis
🥉 Português e Bloco de Direitos
👉 09/02/2026 (P1)
👉 01/03/2026 (P2 e P3)
****
Edital Nº 02/2025 para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Estadual (AFRE) — Área de Gestão Tributária. Este concurso é uma excelente oportunidade, mas exige estratégia e foco cirúrgico no que realmente pontua.
O diferencial deste concurso é a aplicação das provas em dias distintos (P1/P2 e P3) e a altíssima ponderação da Prova 3 (P3).
Segue a análise do edital e o cronograma de estudos focado na sua aprovação.
Qual a Data da Prova? 1
O Edital Nº 02/2025 prevê a aplicação das provas em datas separadas, conforme o cronograma (Anexo VI) e a lógica de estudos sugerida pelo próprio documento:
| Prova | Conteúdo | Data Estimada (Base no Cronograma) |
| P1 e P2 | Conhecimentos Gerais e Básicos (Peso 1) | 08 de Fevereiro de 2026 |
| P3 | Conhecimentos Específicos e Avançados (Peso 2) | 01 de Março de 2026 |
Obs.: O período entre 10/02/2026 e 01/03/2026 é a Fase de Foco Exclusivo na Prova 3 (Peso 2), confirmando a separação das datas de aplicação2.
Você precisará estudar um total de 12 disciplinas distintas333, divididas em 3 provas objetivas (P1, P2 e P3).
| Prova | Área de Conhecimento | Disciplinas (Diferenciadas) |
| P1 | Conhecimentos Gerais | 4 (Português, RLM, Informática, Inglês) |
| P2 | Conhecimentos Básicos | 4 (Dir. Constitucional, Dir. Administrativo, Contabilidade Geral, Auditoria) |
| P3 | Conhecimentos Específicos/Avançados | 4 (Dir. Tributário Avançado, Leg. Tributária Avançada, Contabilidade Avançada/Custos, Fluência de Dados) |
| Total | 12 Matérias |
O Edital adota um sistema de pesos (Peso 1 e Peso 2) que torna o exame altamente estratégico. O total geral de pontos da fase objetiva é de 155 pontos.
| Prova | Disciplina | Questões (Q) | Peso (P) | Pontos (Q x P) | % do Total Geral (155 pts) |
| P1 | Língua Portuguesa | 10 | 1 | 10 | 6,5% |
| RLM | 5 | 1 | 5 | 3,2% | |
| Informática | 5 | 1 | 5 | 3,2% | |
| Língua Inglesa | 5 | 1 | 5 | 3,2% | |
| P2 | Direito Constitucional | 10 | 1 | 10 | 6,5% |
| Direito Administrativo | 10 | 1 | 10 | 6,5% | |
| Contabilidade Geral | 10 | 1 | 10 | 6,5% | |
| Auditoria | 10 | 1 | 10 | 6,5% | |
| Legislação Tributária | 10 | 1 | 10 | 6,5% | |
| P3 | Direito Tributário Avançado | 10 | 2 | 20 | 12,9% |
| Legislação Tributária Avançada | 10 | 2 | 20 | 12,9% | |
| Contabilidade Avançada/Custos | 10 | 2 | 20 | 12,9% | |
| Fluência de Dados | 10 | 2 | 20 | 12,9% | |
| Total | 12 Matérias | 115 Q | 155 Pontos | 100% |
O conteúdo programático deve ser elencado em seus 3 blocos de Provas:
A prioridade é determinada pela Pontuação Ponderada Total e pelas Condições de Habilitação.
As matérias da Prova 3 (P3) somam 80 pontos, que representam 50% da sua nota final ponderada (160 pts). Este bloco é o seu “divisor de águas” e deve ter a maior parte do seu tempo de estudo, especialmente após a Prova 1.
Você precisa ser aprovado em cada uma das 3 provas, obtendo no mínimo 50% do total de pontos em cada uma (P1, P2 e P3)7.
O bloco P1 é o de menor peso total (25 pontos), mas é eliminatório (50% de acerto). O foco deve ser em:
Considerando que a Prova 1 será em 08/02/2026 e a Prova 3 em 01/03/2026, seu cronograma deve ser dividido em duas fases estratégicas, priorizando o Peso 2.
| Fase | Período (Aprox.) | Foco Principal | Matérias Priorizadas (Ciclo) |
| Fase 1: Base e Peso 1 | Dez/2025 a 08/02/2026 | Construção da BASE teórica (P2) e Introdução ao Peso 2 (P3) | 60% P2 (Dir. Constitucional/Adm, Contabilidade Geral, Auditoria, Leg. Tributária Geral) 30% P3 (Dir. Tributário/Leg. Tributária Avançada) 10% P1 (Português, RLM) |
| Fase 2: Foco Exclusivo (Peso 2) 8 | 10/02/2026 a 01/03/2026 | Foco Total na Prova 3. | 90% P3 (Direito Tributário Avançado, Leg. Tributária Avançada, Contabilidade Avançada/Custos, Fluência de Dados) 10% Revisão Rápida P1/P2 |
Este ciclo é desenhado para cobrir a base (P2) e iniciar a matéria de maior peso (P3), preparando o terreno.
| Distribuição | % de Tempo | Disciplinas (Exemplo) | Objetivo |
| Peso 2 | 35% | Direito Tributário Avançado / Legislação Tributária Avançada | Estudar a teoria e jurisprudência aprofundada. |
| Base Forte | 30% | Contabilidade Geral / Auditoria | Construir a base para a Contabilidade Avançada. |
| Direito Padrão | 20% | Direito Constitucional / Direito Administrativo | Estudo teórico e resolução massiva de questões da banca. |
| P1 e Revisão | 15% | Português / RLM e Revisão Geral | Manter a base de P1 e revisar o conteúdo estudado no ciclo. |
Meta de Condição de Habilitação: Lembre-se que você deve obter, no mínimo, 50% do total de pontos em cada uma das Provas (P1, P2 e P3) e pelo menos 60% do total geral de pontos ponderados nas Provas 1, 2 e 39. Não se concentre em apenas uma prova. O estudo equilibrado na Fase 1 é crucial para garantir os 50% em P1 e P2.
As matérias que devem ser priorizadas no estudo para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Estadual – Área de Gestão Tributária são aquelas que possuem maior peso e número de questões nas provas. Com base no edital, as prioridades são:
Priorize as matérias com maior peso e número de questões: Direito Tributário Avançado, Legislação Tributária Avançada, Língua Portuguesa, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Contabilidade Avançada e de Custos. Essas disciplinas são essenciais para garantir uma boa pontuação no concurso.
***
Quando falamos de empréstimos consignados, muitos aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS já passaram por situações de cobrança indevida, especialmente quando o contrato envolve o temido cartão de crédito consignado (RMC) — modalidade conhecida por causar dívidas que nunca acabam.
Foi exatamente isso que aconteceu com ***, beneficiário do BPC/LOAS, que procurou a Justiça após perceber descontos injustificados em seu pagamento.
Neste artigo, explicamos o que aconteceu nesse caso, o que a Justiça decidiu e por que isso interessa diretamente a você, aposentado, pensionista ou trabalhador que utiliza crédito consignado.
O autor da ação começou a notar descontos mensais no seu benefício, desde 2022, relacionados a:
Ele afirmou que nunca quis contratar cartão RMC, mas sim um empréstimo comum. Ou seja, acreditava estar fazendo um contrato simples, mas acabou vinculado a uma dívida de cartão consignado, que funciona de forma muito diferente — e pode levar à chamada “dívida eterna”.
Além disso:
A Justiça analisou o pedido com base em três pontos importantes:
Esse tipo de contrato tem sido alvo de inúmeras ações, pois o cartão consignado funciona como uma armadilha financeira: o valor descontado mensalmente não quita a dívida, apenas paga juros e tarifas.
O autor tinha parte do seu benefício — que já é limitado — comprometida por algo que ele afirma não ter contratado.
O Código de Defesa do Consumidor proíbe práticas abusivas, como exigir vantagem exagerada ou enganar o consumidor sobre o tipo de contrato realizado.
A magistrada da 6ª Vara Cível de Jaboatão dos Guararapes concedeu uma tutela de urgência, ou seja, uma decisão rápida para evitar prejuízos imediatos.
O banco tem prazo para parar de descontar os valores referentes ao cartão RMC (contrato nº 17223653).
Se não cumprir, poderá pagar multa equivalente ao dobro do desconto, limitada a R$ 10 mil.
A juíza aplicou a chamada inversão do ônus da prova, garantindo que o consumidor não precisa provar aquilo que o banco tem plena condição de demonstrar.
O banco será obrigado a apresentar:
Mas, se as partes quiserem, podem pedir para marcar no futuro.
Casos envolvendo cartão RMC têm crescido muito em todo o Brasil — e a Justiça já reconhece que essa modalidade pode colocar o consumidor em enorme desvantagem.
Se você:
⚠️ É possível que você também esteja sendo vítima desse tipo de contrato abusivo.
Essa decisão reforça que:
A Justiça reconheceu que havia risco real ao sustento do beneficiário e evidências de que o contrato poderia ser abusivo. Por isso, suspendeu os descontos e colocou a responsabilidade sobre o banco para provar o que, de fato, foi contratado.
Se você passou ou está passando por situação parecida, saiba que não está sozinho, e casos como esse mostram que é possível reverter cobranças indevidas e recuperar seus direitos.
✅ACERVO DE MODELOS DE PEÇAS JURÍDICAS (PETIÇÕES) [ICMS e PASEP]👉🏻 https://go.hotmart.com/D101221291H
Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén